quinta-feira, 24 de março de 2011
skate é vida..
Ser poeta como o skatista que percorre os monumentos urbanos e os transforma em manobras radicais, o skatista que desloca a fixidez pré-concebida dos monumentos, tornando-0s momentos em movimento, radicais movimentos de um corpo que reprocessa o acumular de retenções da quadratura urbana, reprocessa tensões em exaltações, orgasmos múltiplos – ser esse poeta que percorre a trajectória skatista de um olhar que assalta a arquitectura, que assalta a gramática, assalta a simetria dura e enquadrada do espaço urbano.
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